terça-feira, 17 de janeiro de 2017

EQUIPE QUE CONDUZIRÁ OS DESTINAS DE PONTA DE PEDRAS PELOS PRÓXIMOS QUATRO ANOS.

                                        PREFEITO: PEDRO  PAULO BOULHOSA TAVARES.
Grau de Instrução: Ensino Médio Completo.
Ocupação: Empresário.
                                     VICE PREFEITO: CÍCERO BRITO..
Grau de Instrução: Ensino Fundamental Completa.
Ocupação:Aposentado  (Exceto Servido
VEREADORES.
1) Dona Alice.
 










Grau de Instrução: Superior Completo.
Ocupação: Administrador.
2) Elda Carlota.




 








Grau de Instrução: Superior Incompleto.
Ocupação: Outros.
3) Germano.













Grau de Instrução: Ensino Médio Completo.
Ocupação: Vereador.
4) Miguelito.













Grau de Instrução: Ensino Fundamental Incompleto.
Ocupação: Vereador.
5) Pastora Cleia.













Grau de Instrução: Ensino Fundamental Completo.
Ocupação: Outros.
6) Professor Carlinhos.













Grau de Instrução: Superior Completo.
Ocupação: Pedagogo.
7) Raimunda Grande.













Grau de Instrução: Ensino médio Completo.
Ocupação: Vereador.
8) Regina Silva.













Grau de Instrução: Ensino médio Completo.
Ocupação: Servidora Público Federal.
9) Sandoval Barbosa.












Grau de Instrução: Ensino Fundamental Completo.
Ocupação: Pecuarista.
10) Tio Quira.













Grau de Instrução: Ensino médio Completo.
Ocupação: Vereador.
11) Zeca Pinheiro.













Grau de Instrução: Ensino Médio Completo.
Ocupação: Outros.

sábado, 7 de janeiro de 2017

O MOMENTO É DE ESQUECER POLÍTICA PARTIDÁRIA E PENSAR EM PONTA DE PEDRAS.

As eleições terminaram, Ponta de Pedras tem um novo Prefeito. Se é bom ou não, foi a escolha da maioria dos eleitores, isso é a democracia. É evidente que tem insatisfeitos, mas agora é tarde. Daqui há quatro anos haverá eleições novamente e novo embate político certamente ocorrerá e quando isso acontecer, vencedores festejarão e vencidos ficarão tristes, isso acontecerá sempre de quatro em quatro anos, se nenhuma mudança ocorrer.
Hoje, diante da atual situação, em que está definido quem administrará PP nos próximos quatro anos, vencidos e vencedores devem se unir, pois PP precisa de todos, independente de simpatia pessoal ou política, pois o bem estar dos nossos irmãos deve estar acima de preferência partidárias. Depois, no momento certo, quando for necessário optar por este ou aquele candidato ou partido, aí sim, atuem como se candidato fossem.
Agora, em que a nova equipe está assumindo a prefeitura, certamente existem inúmeras pendências, nem sempre por culpa da prefeita anterior, mas são necessidades que apareceram devido ao crescimento do município e das melhorias necessárias para oferecer melhor qualidade de vida para todos que moram na nossa PP e são essas necessidades que precisam ser discutidas por todos, independente se perdeu ou venceu a eleição. Os assuntos que eu gostaria de ver serem abordados por aqui, discutidos por jovens, com boas ideias e ainda não inoculados pelo vírus da corrupção e ânsia pelo poder, são muitos e só como exemplo cito alguns:
a) Melhorar o trânsito na cidade, com a possível crianção de um órgão de trânsito;
b) Criação de um plano de saneamento básico;
c) Melhoria do abastecimento d'água, para evitar a eventual falta do precioso líquido. Imagine faltar água numa cidade cercada de água doce por todos os lados, que vergonha!;
d) Criar um plano de aquisição, distribuição e controle da merenda escolar, de tal modo que não falte merenda nas escolas:
e) Criar um planejamento para evitar que os salários dos funcionários municipais sejam pagos em dia, sem atraso.
f) Criar uma rotina de inspeção nas escolas, visando detetar necessidades para serem sanadas antes de virarem problemas sérios, onde a prefeitura teria que gastar muito mais dinheiro;
g) criar uma programação de treinamento, principalmente para os gestores das verbas municipais, para evitar eventuais erros, no manuseio do dinheiro público;
h) Estudar um forma de quitar os débitos pendentes da prefeitura com o governo federal, pois esses débitos prejudicam o nosso povo;
i) cumprir a Lei de acesso a Informação conforme previsto há vários anos;
j) Envidar esforços para que membros da sociedade ponta-pedrense participem da administração municipal, criando o Conselho da Cidade, reunindo regularmente para debater as prioridades para aplicação das verbas do município.
Ponta de Pedras tem inúmeras necessidades que podem ser discutidas e transformadas em projetos para serem atendidos, esses são apenas uns poucos que lembrei e que eu gostaria que fossem debatidos pelos ponta-pedrenses, pois é disso que nosso município precisa

sábado, 10 de dezembro de 2016

LER PLACAS COSTUMA EVITAR ACIDENTES.


No filme Terminal, o personagem Gupta Rajan, interpretada por Kumar Pallana, fazia a limpeza do aeroporto e após passar o pano molhado no piso, colocava uma placa amarela com letras pretas avisando que o piso era escorregadio. Depois sentava num banco, um pouco mais distante, para observar as pessoas que passavam pelo local. Não dava outra: as pessoas ao passarem, não liam a placa e estatelavam-se no chão, enquanto isso, Gupta danava-se a rir e quando era chamado, simplesmente respondia que as pessoas não liam a placa.
Infelizmente isso acontece com a maioria das pessoas, pois não somos um povo atento aos avisos existentes e muitos desses avisos são importantes e podem até evitar um acidente sério, como o ocorrido recentemente com a embarcação Luan, na Baia do Marajó.
As embarcações que transportam passageiros, são obrigadas a afixar uma placa em local visível, onde conste o número de passageiros que pode transportar e o telefone da capitania dos portos onde a embarcação é inscrita. Essa exigência tem dois objetivos, o primeiro é o passageiro saber a lotação da embarcação e o segundo é possibilitar às pessoas que avisem a capitania em caso de constatar excesso de passageiros. Isso até acontece, mas raramente alguém liga para a capitania denunciando excesso de passageiros ou outra irregularidade constatada. Em contrapartida, muitos até insistem em viajar em embarcação com excesso de passageiros e quando questionados, argumentam que nada acontecerá, até o dia que acontece.
Existem outros avisos nas embarcações que os passageiros sequer olham, algumas têm até desenho, como é o caso de um espaço destinado às pessoas com necessidades especiais existente na embarcação Salmista. Pois bem, numa das viagens que fiz na embarcação, saindo de PP, os passageiros, simplesmente entraram na embarcação e foram depositando suas bagagens exatamente no local destinado à pessoa com necessidade especial, tem até um desenho no piso, que foi encoberto pelo grande número de bagagens amontoadas ali. Bagagens que sequer foram devidamente arrumadas e peiadas para evitar a movimentação, pois o deslocamento da carga no convés faz com que a embarcação perca estabilidade. Observei que ninguém se preocupou com isso, pois a maior preocupação era com o café que era servido na popa da embarcação. A responsabilidade com a arrumação da carga é do imediato da embarcação, mas ele não apareceu por ali e na hora da desatracação o marinheiro encontrou uma certa dificuldade para retirar a prancha, porque a grande quantidade de carga amontoada no convés atrapalhava. 
Neste momento de grande comoção, é comum se culpar os órgãos que tem como responsabilidade estabelecer normas de segurança para os diversos tipos de transporte, mas muitos acidentes seriam evitados se os operadores desses transportes conhecessem bem a legislação e o povo colaborasse para o efetivo cumprimento. Essa pequena ação não acabaria com os acidentes, mas certamente diminuiria, até porque regras existem mas nem sempre são obedecidas.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

A ÁRDUA MISSÃO DOS NOVOS PREFEITOS.


Em 2010, eu e minha mulher, juntamente com um casal de amigos, fomos assistir ao Natal Luz, em Gramado(RS). Um belo dia estacionamos nosso carro numa rua no centro da cidade, verificamos ao redor e não vimos nenhum guardador de carro nem flanelinha, imaginamos que poderíamos estacionar sem nenhum problema. Fechamos o carro e fomos visitar determinado local. Quando voltamos para pegar o carro, tinha um papel preso no parabrisa, orientando o responsável pelo veículo a comparecer num órgão do departamento de trânsito local. Fomos no endereço informado no documento e ao chegarmos, fomos recebidos por um cidadão que gentilmente explicou que, o motivo da solicitação da presença do proprietário do veículo naquele local, foi porque não foi pago o estacionamento. Argumentamos que deixamos de pagar porque não vimos nenhuma pessoa responsável pela cobrança. Ele prontamente acatou e disse que em Gramado, não tinha uma pessoa responsável pela cobrança. Deveríamos procurar um caixa eletrônico localizado nas proximidades, informar o período que desejávamos ficar estacionado, pagar e anexar o comprovante no parabrisa do carro, pois uma pessoa passava constantemente pelo local e verificava se o veículo tinha autorização para estacionar naquele local, caso não tivesse, seria multado. Fomos dispensados da multa, mas pagamos o estacionamento e como nós existiam outras pessoas tratando do mesmo assunto.
Já se vão completar seis anos e não sei se algo mudou durante esse período, mas é importante frisar que, já em 2010, existia municípios que além de ter órgão de trânsito devidamente organizado, tinha um sistema de cobrança relativamente moderno. Hoje, em Niterói, onde existe estacionamento pago por todo lado, a cobrança é feita por uma pessoa que marca as horas que você deseja ficar estacionado e cobra três reais e cincoenta centavos por cada período de duas horas. Noutros locais, a população está nas mãos dos flanelinhas que, em certos casos, exageram na cobrança, quando não danificam o caro. Outros municípios, como Ponta de Pedras, nem órgão de trânsito tem e os proprietários de veículos param onde bem entenderem. Parece um pouco estranho, mas isso é o Brasil, com suas peculiaridades e suas diferenças. Mudar alguma coisa nos municípios, principalmente nos menores, se possível para melhor, é a árdua missão dos novos prefeitos que assumirão dia 1º de janeiro de 2017.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

MUNICÍPIOS DO NORTE APRESENTAM OS PIORES ÍNDICES DE BEM-ESTAR URBANO.


No Índice de Bem-Estar Urbano dos Municípios Brasileiros - IBEU MUNICIPAL, publicado pelo Observatório das Metrópoles - IPPUR/UFRJ, que aborda cinco dimensões: Mobilidade Urbana,
Condições Ambientais Urbanas, Condições Habitacionais Urbanas, Atendimento de Serviços Coletivos Urbanos e Infraestrutura Urbana dos municípios, notam-se alguns fatos interessantes. Olhando o ranking dos 100 municípios brasileiros que apresentam o melhor bem-estar, n
ão consta nenhum da região norte. Por outro lado, o ranking dos 100 piores municípios referentes às condições de bem-estar urbano, o norte dá de goleada, só o Pará tem 41. Como nessas horas o Marajó marca a sua presença, dos 41 municípios paraenses com as piores condições de bem-estar urbano, 8 são do Marajó, são eles: Chaves, Santa Cruz do Arari, Anajás, Breves, Gurupá, Muana, Portel e Curralinho. O objetivo do Observatório das Metrópoles é subsidiar os prefeitos a estabelecerem políticas públicas que possam fazer frente aos índices obtido por cada município. O interessante no documento é que o Observatório dá algumas dicas para os gestores de quais problemas deverão atacar primeiro. Seria bom que o gestor, principalmente aquele interessado em fazer alguma coisa pelo município, estudar o documento, juntamente com outros que certamente já tem em mãos e tentar fazer alguma coisa, ainda que seja pouco, para que, ao deixar a prefeitura, possa ter contribuído para melhorar o bem-estar das pessoas do município. O documento para leitura está disponível aqui.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

PRA ONDE ESTÁ INDO O NOSSO AÇAÍ.

O açaí é uma das riquezas de Ponta de Pedras e desde que me entendo, seu cultivo e preparo pouco mudou, porém os lucros, mudaram significativamente. Quando criança era comum vermos as mulheres com nódoa nas mãos por terem amassado açaí. As nódoas eram um tormento para as mocinhas quando tinham que ir a algum ajuntamento, como uma festa por exemplo, pois não queriam se apresentar com as mãos denunciando que tinham amassado açaí. Muitas conseguiam retirar parte das nódoas com a seiva da guaxinguba, mesmo assim, nem sempre era possível eliminar completamente. Depois, vi pela primeira vez uma máquina manual de amassar açaí, criada pelo Nhorito, quando morava ali na frente do hospital. Na sequência, apareceram as máquinas elétricas de bater açaí que substituíram as amassadeiras e hoje, é comum vermos essas máquinas em quase todos locais onde se consome açaí, mesmo no sítio, onde os moradores adquiriram grupos motor-gerador que produzem energia para fazer funcionar essas máquinas e as amassadeiras com as suas peneiras e seus alguidares, praticamente ficaram só como lembranças, ainda existem, mas já está vasqueiro se ver.
Nota-se que evoluímos muito pouco ao longo de muitos anos, pois o método de apanhar o açaí ainda é o mesmo, apenas as peconhas mudaram para plásticas, em vez das tradicionais que eram feitas com a bainha da folha seca do açaizeiro (Aquela parte que prende a folha na árvore) ou com a folha verde da árvore do açaí. Os paneiros de cipó titica, arumã, jacitara ou talas de meriti foram substituídos por paneiros feitos com tiras de plástico e hoje, se coloca um plástico aberto no chão onde os cachos são reunidos para depois debulhar e assim evitar perdas, outrora, os cachos eram reunidos no chão, debulhados e depois juntava-se os "bagos" que caiam para fora do paneiro. Melhorou o processo de colheita, mas para tirar o fruto da árvore, nada mudou. O "cobôco" ainda rala o peito na árvore quente ou lisa e está sujeito às cobras nas toiças e tataíras nos cachos, é a dura labuta do apanhador de açaí.
Os açaizais aumentaram, se outrora muitos moradores tiravam açaí apenas para o "bebe", hoje, com a procura do produto nos grandes centros, o preço aumentou e o açaí passou a ser um produto com grande valor comercial, gerando grandes lucros para grupos comerciais que beneficiam e distribuem a nossa maior riqueza.
O filme abaixo, mostra claramente o que estou falando, os ribeirinhos colhendo e levando o açaí para ser beneficiado por grandes empresas, que têm lucros consideráveis, enquanto os coletores permanecem trabalhando como há muitos anos atrás. Se houve alguma melhoria foi pouca.
Esse não é um fato que acontece somente em Ponta de Pedras, pois outros municípios também vivem essa situação, uns mais outros menos, isto porque, ao longo de vários anos não se estabeleceu nenhum projeto para que o açaí, em vez de ser exportado para ser beneficiado em outros locais, seja beneficiado no próprio município e assim, beneficiar a população local. O que falta para que isso aconteça é um assunto para ser discutido entre empreendedores locais e as autoridades que administram nosso município.
Aparentemente pode parecer difícil, pois é uma atividade que envolve vários atores e todos visam obter grandes lucros com o beneficiamento e distribuição do açaí, mas é necessário que se entenda que nosso município precisa gerar empregos e certamente criar meios de beneficiar e distribuir o açaí a partir do Município, certamente seria uma boa oportunidade, não só para gerar empregos, mas gerar recursos para a prefeitura, que poderiam ser revertidos em benefícios para toda a população.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

RUAS DE PONTA DE PEDRAS.

Não sei se meus conterrâneos concordam, mas nossa Cidade ainda tem poucas ruas se comparadas com outras de maior porte. Dentre as ruas existentes, algumas são bonitas, largas e ainda que nem sempre bem cuidadas, são bastante apresentáveis, como a Rua Raimundo Malato mostrada na foto e outras mais que existem na Cidade. Entretanto, com o crescimento da Cidade, novas ruas vão sendo abertas e muitas das vezes sem o devido planejamento, pois a população vai construindo e nem sempre obedece às determinações da Prefeitura que, por algum motivo, pouco fiscaliza. Essas ruas abertas, depois são aterradas e como foram abertas sem planejamento, impossibilita que a Cidade tenha as suas ruas bonitas como as que foram abertas há mais tempo, pois as ruas atuais não dispõe de espaços como as mais antigas, principalmente quando observamos que as casas das ruas mais recentes praticamente não têm espaço na frente para se fazer uma calçada. Embora pouco comentado, essa tendência a construir ao acaso, sem uma fiscalização adequada, gera prejuízo para o proprietário de imóvel nessas novas ruas e para a população de um modo geral, pois os proprietários dos imóveis têm uma valorização mais baixa do imóvel e a população deixará de ter uma cidade com ruas bonitas, oferecendo belos lugares para se morar e passear. Esse problema não surgiu de uma vez só, pois as ruas foram sendo abertas aos poucos e nessas ocasiões, as autoridades deveriam atentar para as consequências da omissão na fiscalização. Procurar responsáveis não se encontra, culpar alguém também não levará a absolutamente nada, mas é importante que as autoridades tenham consciência de que o problema existe e continuará se nada for feito. Agora que novos postulantes ao cargo de prefeito estão prometendo, prometendo e etc. e tal, seria bom que incluíssem na sua relação de promessas, mais fiscalização nas novas construções e preparar adequadamente, com boa apresentação, pelo menos uma rua ou alguns metros que sejam durante o seu mandato, caso seja eleito, porque, se cada prefeito deixar como legado uma rua prontinha, em cinco mandatos a Cidade teria as suas ruas mais bonitas e certamente a população ficaria agradecida ao prefeito que fizer isso. Pensem nisso senhores candidatos.